sexta-feira, 29 de março de 2013

COMO CONDUZIR UMA GUERRA BIOLÓGICA E PSICOLÓGICA





post retirado do livro 
"As  Sociedades  Secretas e seu poder no século XX"
de JAN VAN HELSIG




Cada um de nós tem mais ou menos ouvido falar da guerra biológica. Envenena-se, por exemplo, em tempo de guerra, a água do inimigo por meio de vírus e bactérias.  Isso não é novidade, mas será que o leitor nunca se perguntou onde esses agentes tóxicos são testados?

PULVERIZAÇÃO POR AVIÕES

Eis aqui alguns exemplos para vosso conhecimento:
Em 1950, um navio da marinha americana pulverizou durante seis dias seguidos com nuvens de bactérias  -  conhecidas com o nome de  Serratia  -  a cidade de São Francisco, tendo em vista testar a capacidade de ataque e de defesa dos Estados Unidos por meio de suas armas biológicas. Os 800.000 habitantes sentiram quase todos os efeitos.  Sabe-se hoje que as bactérias  Serratia  provocaram uma espécie de pneumonia que pode ser mortal. 

O exército americano revelou também que havia feito 239 experiências em “ar aberto”, das quais 80 incluíam germes, isso entre 1949 e 1969.  Isso significa que houve quatro intervenções anuais sobre as cidades americanas durante vinte anos!  Pelos relatórios da CIA, ela também, durante o mesmo período, havia bombardeado cidades inteiras com germes e bactérias. Essas experiências teriam sido suspensas após 1969.


Mas os americanos não foram somente bombardeados por germes.  A NBC comunicou em 16 de julho de 1981 que a União Soviética submeteu o noroeste dos Estados Unidos durante vários anos a um bombardeio com ondas de baixa freqüência.  Essas ondas de rádio foram colocadas sob freqüências  bio-elétricas.  Na linguagem técnica, elas são designadas de ondas  “ELF”  (Extremely  Low  Frequence)  -  freqüência  extremamente  baixa.

Elas foram descobertas no início deste século por Nikola Tesla (os livros sobre Telas e sobre suas invenções encontram-se no apêndice sob a rubrica “Energia Livre”). Tesla colaborou com Edison em 1884, mas ele não tardou a separar-se de Edison, pois não dividia suas convicções sobre a forma de produzir eletricidade.

Ele começou, então, a trabalhar com seu concorrente George Westinghouse.

A primeira central de corrente alternada, construída pela Westinghouse e por Tesla, foi colocada em uso em 1892 nas cataratas do Niágara.

Pouco tempo depois, Tesla projetou-se num “super espaço científico”, onde segundo nosso conhecimento, nenhum pesquisador, nessa época, pôde segui-lo.

Somente o banqueiro J. P. Morgan que havia financiado a Westinghouse, pareceu ter alcançado a importância das invenções de Tesla.  Este havia começado a servir-se do campo energético que envolve a terra, preenchendo todos o espaço denominado antigamente de éter, para dele tirar energia, a qual era, evidentemente, gratuita.  Ele utilizou, ao mesmo tempo, o campo energético para diferentes formas de comunicação e para a transmissão de energia.  Fontes de energia tais como o carvão, o petróleo e a força hidráulica, assim como as linhas de alta tensão tornaram-se supérfluas.  Os navios, os automóveis, os aviões, as fábricas, as casas podiam subtrair a energia diretamente do campo energético do éter.  Em fins de 1898, por ocasião de suas experiências em Colorado Springs, financiada por J. P. Morgan, Tesla iria produzir energia a partir do éter.

Em nossos dias, denominamos essa tecnologia de conversão da energia gravitacional ou de energia a taquions.  Morgan havia compreendido muito bem a importância dessa invenção: os monopólios da eletricidade, do petróleo, da gasolina, do carvão, etc. estariam ameaçados.  Por essa razão ele provocou a parada dos trabalhos e destruiu o centro de Tesla em Colorado Springs.  Tesla, entretanto, não renunciou.  Até a sua morte, em 7 de janeiro de 1943, ele acumulou uma multidão de invenções;  algumas foram revolucionárias, e outras tiveram uma importância que ainda é em nossos dias, apenas comensurável.



Suas invenções poderiam, mesmo em nosso século XX, transformar em pouco tempo a terra em um paraíso, o que, como sabeis, não é desejado pelos “seres humanos que detêm o leme”.

Além de sua máquinas para captar energia do éter para torná-la utilizável, Tesla construiu um Solid-State-Converter (Conversor de matéria condensada) em 1931.  Este propulsionava um motor elétrico especial que, colocado numa pesada limousine, verificou-se ter o mesmo desempenho de um motor com gasolina normal.  Fizeram o teste com o carro a 130 km/h durante uma semana - gasto de combustível:  ZERO!  (Encontrareis um relatório do teste no livro citado adiante).  Esse aparelho, do tamanho de uma caixa de vinho, produzia suficiente energia para responder às necessidades de toda uma família! Ele conseguiu também provocar artificialmente terremotos graças a indução de abalos do campo de taquions cuja conseqüência é de transmitir vibrações na matéria. Um dia, Tesla submeteu a um terremoto desse gênero todo um bloco de imóveis numa rua de Nova Iorque.  Além da patente para o telecomando de veículos, em 1898, ele inventou também a transmissão da energia sem fio.  
   
Mas o que interessa principalmente no quadro do nosso assunto, é a descoberta de ondas estacionárias (das quais falaremos mais adiante) e de freqüências extremamente baixas, denominadas também de “efeito Tesla”.  As experiências de Tesla formaram o fundamento de todas as pesquisas modernas no domínio da comunicação  ELF.  Se expusermos um campo de taquions às ondas ELF e as dirigirmos para um ser humano, certas funções elétricas de seu cérebro se desconectam, o que suscita graves perturbações na consciência de vigília.

As funções neurológicas e físicas sofrem prejuízo, devido a uma diminuição das funções intelectuais, e tornam o ser humano, por esse motivo, mais influenciável.  E é isso que é desejado;  é evidente com a leitura do artigo da  “Associated  Press” de 20 de maio de 1983, onde está dito que a URSS utiliza desde 1960 um dispositivo conhecido pelo nome de  LIDA que tem por finalidade influenciar o comportamento humano com ondas rádios de baixa freqüência.  Utilizaram  esse aparelho na URSS para tranqüilizar, pois ele induz a um estado semelhante ao transe. Ele permite tratar dos problemas psíquicos e neuróticos assim como dos problemas de tensão, mas podemos também servir-nos dele para provocar um estado agressivo ou depressivo.  Pessoas das cidades e mesmo regiões inteiras da URSS assim como dos Estados Unidos são, desde há muito tempo, submetidas a raios precisos para suscitar certos comportamentos por meio de grandes modelos desse aparelho  LIDA.  É possível, se acreditarmos na  US  Defense  Inteligence  Agency, fazer aparecer no cérebro humano sons e mesmo palavras inteiras assim como desencadear, por telecomando, ataques de apoplexia, desfalecimentos cardíacos, ataques de epilepsia e outras doenças.

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http://mireilletorjman.com/cancer_911_cia

Um dos primeiros casos da  “guerra  invisível”, e que foi de conhecimento público, foi o  “sinal de Moscou”.  Quando em 1962, procuravam-se microfones na embaixada dos Estados Unidos em Moscou, descobriu-se um raio de microondas que estava sendo dirigido diretamente sobre a embaixada.  O estudo da  CIA  de nome  Pandora  examinou por que motivo os soviéticos haviam desencadeado esse ataque. Descobriu-se que essas microondas causavam dores de cabeça, dores nos olhos, vômitos, cansaço, fraqueza geral, vertigens, irritabilidade, angústia, depressão, insônia, tensões, inibição das faculdades intelectuais, diminuição da memória, assim como o cancêr. Segundo as informações do conselheiro de segurança Zbigniew Brzezinski, o pessoal da embaixada americana em Moscou acusou a mais alta porcentagem de câncer do mundo.  Depois de uma curta trégua, obtida a pedido do presidente Lyndon Johnson ao primeiro ministro Alexis Kosygin, os russos continuaram a bombardear a embaixada com microondas.

Servindo-se de armas psicotrônicas, isto é, de armas Tesla relativamente fáceis de serem construídas, é fácil privar de sua consciência de vigília todos os soldados que partem para o ataque e tirar-lhes, assim, toda a agressividade.  Eis aqui um artigo da  Magazin 2000, n.º 97, de dezembro de 1993, no qual se relata sobre as  “novas  armas  psicotrônicas”:

Lembrai-vos das imagens da Guerra do Golfo, quando milhares de soldados iraquianos saíram de suas trincheiras capitulando?  Eles renderam-se até aos jornalistas que eles pensaram serem soldados e foram a presa bem-vinda dos canhões da artilharia americana, apesar de terem agitado suas bandeiras brancas.  Cada vez mais os especialistas militares persuadiram-se de que não foi o reabastecimento insuficiente das tropas de Saddam Hussein que provocou essa capitulação repentina e maciça, mas que foram as armas psicotrônicas de  mind-control  dos Estados Unidos.  Algumas dessas super-armas de alta tecnologia servem-se dos efeitos de ondas de freqüência rádio sobre o cérebro humano.  Conforme o relato em janeiro de 1993 de uma reportagem da revista especializada  Aviation Week and  Space Technology, o ministério da defesa  dos Estados Unidos atualmente equipa foguetes com material que pode provocar pulsos eletromagnéticos (EMPs) para “paralisar” o inimigo, sem precisar servir-se entretanto de componentes atômicos, biológicos ou químicos. Com esse tipo de arma, a primeira finalidade é de cortar os sistemas eletrônicos do inimigo. Outros aparelhos produzem ultra-sons, ondas de sons  ELF (de freqüência extremamente baixa) que provocam náuseas e vômitos e perturbam ao extremo o sentido de orientação das pessoas alvejadas.  Essas armas têm um raio de ação de pelo menos 2.500 km [...]  

Assim como se pode reduzir a agressividade, também se pode suscitar focos de agressão, por exemplo:  guerras civis, sublevação popular, suicídios coletivos, ódios, etc.

Os jornais para especialistas iniciados mencionam ocasionalmente as armas Tesla.  Trata-se de armas que, para serem eficazes, utilizam o potencial energético inesgotável no campo de taquions do espaço.

As autoridades mais célebres nesta matéria são o coronel do exército americano e físico Thomas E. Bearden, e os físicos americanos Sidney Hurwitz e Guy Obelensky. Os dois últimos trabalham, há muitos anos para a defesa israelense.  Em 1969, Hurwitz havia construído uma arma Tesla que, num raio de 300m, aumentava ou reduzia enormemente o potencial de gravitação dos metais ferrosos. Hurwitz podia, por exemplo, aumentar de muitos quilos uma pequena pistola e mudar suas dimensões, se bem que toda a munição se tornava inutilizável.

Ele levou mais longe sua experiência, até mesmo colocando em pedaços o metal da arma como se fosse uma massa friável. (Essas experiências foram filmadas e podem ser vistas, entre outras, em três vídeos intitulados:  UFOs  von  der  Legende  zur  Wirklichken  (OVNIs, da lenda à realidade);  Top  Secret  e  Der  Kontakt  (O Contato), da  Royal  Atlantis  Film GmbH, fone 19-49-89-9043171.  Esses vídeos contêm também as entrevistas com Thomas E. Bearden!). 

O tema da  Conduta de Guerra Metereológica  não é certamente familiar para a maioria dos leitores.  Antes de encerrar este assunto, prestemos nossa atenção, primeiro, sobre o tempo atmosférico.

Supõe-se que o problema maior no tempo anormal que temos hoje em dia vem do fato de que a terra se esfria lentamente enquanto que o teor de CO² dobrou, criando, assim um aquecimento da nossa atmosfera, o que corresponde ao  “efeito estufa”.  
   
Uma reportagem da  Neue  Solidarität,  de 24 de fevereiro de 1993 relata:

Como podemos ler recentemente na revista  Nature, existe uma discordância enorme entre a  “catástrofe climática”, profetizada pelos maiores computadores do mundo, e é a realidade.  Na edição de 28 de janeiro encontra-se um artigo de J. D. Kahl intitulado:  “A falta de índices para o aquecimento da atmosfera devido ao efeito estufa acima do oceano Ártico no decorrer dos últimos quarenta anos”.

O início do artigo já demonstra do que se trata:

Segundo os modelos de circulação atmosféricas, prevê-se um aquecimento  atmosférico maior devido ao efeito estufa sobre as altas latitudes. [...]  Publicamos aqui as temperaturas que foram medidas na troposfera inferior acima do oceano Ártico entre 1950 e 1990.  Analisamos mais de 27.000 perfis de temperatura [...]  A maior parte das tendências não são estatisticamente significativas.  Em particular, nós não verificamos aquecimento muito extenso sobre a superfície tal como os modelos de clima o predizem:  com efeito descobrimos para as estações de outono e de inverno uma tendência significativa de esfriamento acima do oeste do oceano Ártico.  Essa discordância dá a entender que os modelos de clima de nossos dias não refletem com exatidão os processos físicos que influenciam as regiões polares.

Moira Timms também escreveu no  Die  Zeiger  der  Apokalypse  (A agulha do Apocalipse)  que as estações de supervisão do círculo polar relatam uma baixa de temperatura de mais de 6°c desde os trinta últimos anos.

A  Neue  Solidarität  escreveu:

Seria mesmo prematuro concluir que os modelos de estufa estejam já ultrapassados, pela simples razão que não podemos refutá-los com medidas nem com outros fatos científicos.  Eles são irrefutáveis porque nada têm a ver com os dados científicos.  Os modelos de clima são instrumentos manipuláveis, sociologicamente falando;  eles permitem, graças a parâmetros externos em número suficiente, estabelecer, a partir de dados de observação aleatórios, cenários de catástrofes com um “potencial de execução” político máximo.  É por isso que nós prevemos que justamente os dados de estudo de Kahl  -  que aparentemente contradizem, hoje em dia, os modelos de clima  -  vão contar já em algumas semanas entre as melhores provas da tese do efeito estufa.  É preciso não subestimar a flexibilidade desse modelo.  

Um assunto do qual se fala na mídia é a chegada eventual de uma época glacial.  Existem muitos eminentes metereologistas e geólogos que chegaram a esta conclusão, com o auxílio de amostras de rochas e de terras durante dezenas de anos e de outros testes, de que o futuro período glacial far-se-á sentir nos cinqüenta anos vindouros.  Segundo eles, uma época glacial seria independente do efeito estufa produzido pela poluição da nossa atmosfera.  Já em algumas décadas, a progressão do frio compensará o aumento atual do aquecimento.

É ainda mais inquietante ouvir a afirmação que uma diminuição da radiação solar de um por cento é suficiente para desencadear o próximo período glacial.  A redução da irradiação solar pela poluição é menos inquietante do que a eventualidade de uma gigantesca erupção vulcânica que poderia obscurecer consideravelmente a luz do sol.  Nuvens de poeira de cinzas finas devido a tal erupção podem permanecer durante anos na estratosfera e diminuir as temperaturas no solo em muitos graus.  Ouve-se muito raramente falar sobre isso na mídia.  No que tange à poluição, não deveríeis, pois, dar crédito a tudo o que a mídia relata.  É preferível ouvir também a outra versão.

Mas existe ainda outra variante a propósito do tempo atmosférico que a mídia também silencia:

Nossas condições atmosféricas atuais não podem sempre passar por pretensos “humores  atmosféricos”. Assim também, as catástrofes naturais, tremores de terra, tempestades e períodos de seca não são outra coisa senão uma  “punição de Deus”.  O parágrafo seguinte extraído do livro  Der  Zeiger  der  Apokalypse  (A agulha do Apocalipse)  de Moira Timm, demonstra-o bem.  Nele lemos:

Sem uma teoria completa sobre as razões que estão na base da mudança do clima, as tentativas do ser humano para modificá-lo são certamente perigosas (como a terapia medicamentosa que trata dos sintomas sem buscar as causas).  É a isso que Johann Fried fez alusão? “Tudo não será conseqüência de causas naturais, mas a humanidade indo longe demais, colocará assim, sua vida em jogo”. [...]  Somente nos Estados Unidos, houve 9 programas de modificação do tempo sustentados pelo governo federal em 1975, sem contar os 66 outros programas de diferentes organismos. Esses programas comportam uma multiplicidade de pesquisas climatológicas até a projeção de agentes de condensação sobre as nuvens para provocar chuva, evitar granizo, dissipar nuvens, influir sobre furações, desviar tempestades de neve, engendrar tremores de terra e maremotos, suprimir relâmpagos, etc.  Se a tendência atual de um tempo imprevisível e frio se mantém, os países que mais sofrerão serão a  América do Norte, o Canadá, a Europa do Norte e a Rússia.  Roubar “o tempo” dos países pobres com o auxílio de uma tecnologia sofisticada poderá tornar-se um problema real num futuro próximo, quando catástrofes “naturais”, tais como a fome e a seca, atingirão as nações menos desenvolvidas. Isso poderá até mesmo conduzir a guerras. Como todas as tentativas para dirigir as forças da natureza, essa tecnologia provoca múltiplas repercussões.  Até os dias de hoje, não existem leis internacionais que limitem o  “monopólio do tempo”.  Ao que parece, ele rende muito aos que o têm em mãos.  Provocar um tipo de tempo num lugar só é possível diminuindo-se seu potencial em outro lugar.

Em 1973  Honduras acusou os Estados Unidos de roubar sua chuva e de provocar uma grande seca, desviando artificialmente o furação Fifi para salvaguardar a indústria turística da Flórida.  Esse furação causou o maior estrago jamais visto na história de Honduras. El Salvador, sofrendo o flagelo da seca, acusou também os Estados Unidos, assim como o Japão, por acreditar que lhe roubaram o pouco de chuva necessária para a vida, ao desencadear o tufão em Guam.  A  Rodésia assim como Israel foram acusados pelas nações vizinhas de lhes roubarem a chuva [...]  As nações unidas trabalham para interditar toda a guerra envolvendo o meio ambiente, mas é um trabalho complexo e difícil, e é, por assim dizer, impossível de ser alcançado.  Lowel Ponte cita no The Cooling que os funcionários do exército confessaram que os aviões do governo americano puseram fim na aridez das terras nas Filipinas e nos Açores para proteger os interesses militares dos Estados Unidos.  Mas eles recusaram-se a satisfazer os pedidos de muitas outras nações pertencentes à zona do Sahel africano, onde a população sofria pela seca e morria de fome.  Foi-lhes respondido que eles poderiam recorrer a firmas particulares americanas.  Ponte descreve também os projetos que os soviéticos possuem e que visam modificar de forma drástica as estruturas atmosféricas da URSS com a finalidade de aumentar a produção agrária.       

Além disso, existem provas de que o enorme transtorno causado no tempo em 1982/83 pelo  El  Niño no Oceano Pacífico foi provocado intencionalmente por uma intervenção dos soviéticos na atmosfera.  O fenômeno denominado  El  Niño é uma perturbação do tempo de origem natural na região do Pacífico que se produz a cada 10 anos.  Geralmente ele provoca importantes chuvas em pequenas localidades do Peru e numa zona limitada na costa oeste da América do Sul.  Entretanto, quando o  El Niño  apareceu em 1982/83, seus efeitos foram enormemente modificados, os alísios (ventos) do Equador que sopram do Leste para o Oeste no hemisfério Sul foram, por assim dizer, contidos, o que reteve as correntes de água quente que correm normalmente para a Ásia.  A água começou então a retroceder e acumular-se na costa oeste da América do Sul.  Por razões desconhecidas dos metereologistas, os alísios começaram a soprar na direção oposta; essa reviravolta ocasionou chuvas diluvianas no Peru e causou períodos de seca na Austrália. Esses alísios provocaram também tremores de terra, inundações de lama, tornados no sul da Califórnia e ao longo da costa leste da América do Norte e Alasca.

Esse exemplo explica precisamente as conseqüências das ondas ELF que são enviadas através da terra pela ionosfera com o auxílio de um emissor-reforçador Tesla para provocar gigantescas ondas estacionárias.  Estas servem então de mecanismo para bloquear o tempo atmosférico, a fim de provocar de forma repentina um tampão inesperado, com os alísios soprando do Leste para o Oeste, tal como já falamos antes.

Já em 1978, o dr. Michrowsi, do Departamento de Estado canadense, dizia que os soviéticos tinham conseguido bloquear a ressonância elétrica da terra e que eles eram, do mesmo modo, capazes de emitir ondas estacionárias relativamente estáveis e muito bem localizadas graças às quais os  jet-stream  acima do hemisfério Norte poderia ser represado ou deslocado.

Além dos danos que a modificação do tempo por meio das ondas ELF causam sobre as estruturas naturais do tempo, sobre o ritmo das marés e além das doenças que ela provoca no ser humano, ela tem também um efeito negativo sobre os animais que, como é bem conhecido, dependem das correntes quentes do vento e do mar para deslocar-se.  Eles ficam atrapalhados em seu ritmo natural e, portanto, são condenados à morte.  Em seus vôos, os pássaros procuram sua ilha habitual para fazer seus ninhos, mas já não a encontram, e as baleias perdem toda a orientação devido às mudanças das correntes do mar. (O leitor encontrará informações excelentes no livro de Nikola Tesla:  Freie  Energie  Statt  Blut  und  Öl,  (Energia livre em vez de sangue e petróleo) que apareceu em 1991 pela VAP Verlag, Wiesbaden.).

O leitor não deverá perder de vista que, no caso de um eventual período glacial, não haverá muitas alternativas para se escapar dessa situação assim como das conseqüências da poluição.  Isto não toca no entanto quase nada a  “elite”, que está muito consciente, desde pelo menos 1957, das condições devastadoras sofridas pelo nosso meio ambiente.  Nesse ano, os cientistas mais eminentes encontraram-se em Huntsville, no Alabama, para explorar os dados e as informações do programa de satélites recém-instalados.  Um dos participantes, o dr. Carl Gerstein, fez o seguinte prognóstico:  a poluição da camada superior da atmosfera e as centenas de bilhões de toneladas de CO², que aí se acumularam, teriam  conseqüências catastróficas até o fim do século.

Chegou-se a pensar que, no decorrer do próximo século, a vida humana não seria mais possível sobre a face da terra.  Seguiu-se o plano que, em nossos dias, é certamente conhecido pela maior parte dos especialistas em OVNIs e cuja publicação custou a vida de muitas pessoas.  Trata-se da  “Alternativa  3”.  O plano foi o seguinte:

ALTERNATIVA  1: fazer  explodir  uma  ogiva  nuclear  na  estratosfera,  para  permitir ao CO²                               volatizar-se; ela  foi declarada, mais tarde, perigosa e foi excluída do plano. 
Ao contrário, as duas outras alternativas foram lentas mas  seguramente  iniciadas.         

ALTERNATIVA 2: a  construção  de  gigantescas  cidades subterrâneas autônomas, para onde                               seria  evacuada  a  “elite da sociedade”,  que  poderia  permanecer nelas até que se tornasse novamente possível viver na superfície da terra;  pelas minhas pesquisas, ela compreende 75 cidades subterrâneas, das quais 65 só no continente da América do Norte, uma nos Alpes suiços, uma no Transwaal, na África do Sul, e uma em Pine Gap, na Austrália  (os outros nomes me escaparam pois tive pouco tempo para consultar essa lista).  Entre as cidades subterrâneas nos Estados Unidos, encontram-se as bases subterrâneas de Dulce, no Novo México;  Área 51 em Groom Lake, em Nevada;  o  Country Club,  em Maryland e Los Alamos, apelidado Dreamland, na Califórnia. Fazem-se aí também experiências genéticas com o ser humano  (os clones), fazem-se ensaios em vôos e reconstruíram-se discos voadores que se espatifaram e nos quais se testaram invenções, tais como os grupos motopropulsores  pulsar.

Em abril de 1992 entrevistei uma senhora em Sidney, Austrália, que não deseja dar o seu nome aqui.  Ela trabalhou para uma equipe de limpeza na Austrália e havia penetrado, durante seu trabalho, na base subterrânea da Força Aérea Pine Gap.  Ela relatou os seguintes fatos, malgrado as pesadas ameaças que recebeu:  Pine Gap tinha perto de 13 km de profundidade e funcionava graças à energia livre, com lagos subterrâneos, trens suspensos, cultura de frutas, de legumes, etc.  Conforme informações oficiais, Pine Gap pode sobreviver sem problemas a um ataque atômico. (O leitor encontrará mais informações sobre Pine Gap no livro Cosmic Conspiracy  de Stan Dejos.)

ALTERNATIVA 3: a  colonização de  outro  planeta, por exemplo Marte. Esse projeto ter-se-ia                               concretizado a partir de 1959. Já haviam sido construídos discos voadores americanos nos fins dos anos 50 com o auxílio de cientistas alemães, entre outros graças a Victor Schauberger (Vril 7) e graças à tecnologia baseada nos estudos de discos voadores encontrados caídos no oeste dos Estados Unidos.

Foi lançado um projeto secreto, paralelo ao programa espacial oficial, a fim de estudar a superfície lunar com o auxílio da técnica dos discos voadores. A partir de 1960 começaram a construir-se duas bases lunares ocupadas pelos americanos e pelos russos, situada a leste do Mare-Imbrium. Eram as  Archimedes Base  e  Cassini Base, nomes de duas crateras onde elas foram erigidas. Essas bases lunares eram as estações intermediárias tendo em vista as viagens para Marte.

A primeira aterrissagem em Marte com uma tripulação foi em 22 de maio de 1962.  Essa aterrissagem, assim como o vôo acima da superfície de Marte, acompanhado por comentários da tripulação russo-americana, foram registrados a partir da nave voadora.

Em janeiro de 1977, o colaborador da  NASA  Harry Carmell transmitiu esse filme a Sir William Ballantine, um radioastrônomo conhecido. Em 6 de fevereiro de 1977, Ballantine teve uma entrevista com John Hendry, dirigente de um jornal internacional, para comentar a saída desse filme. Ballantine morreu misteriosamente em um acidente de automóvel ao dirigir-se à casa de Hendry. Graças ao auxílio da esposa de Ballantine e de Carmell, o filme chegou finalmente às mãos da equipe de televisão do  Science  Report, da estação inglesa  Scepter  TV.  Ele foi divulgado no programa seguinte da Science  Report.  A estação de televisão recebeu pouco depois  “o aviso de que iriam tirar sua licença se eles continuassem a tratar desse assunto”.

O filme, que havia sido feito da cabina do disco voador, permite ver brevemente os instrumentos que se encontram diante do piloto e mostram que a pressão exterior do ar é de 700 milibars e a temperatura exterior de 4°c.  Os astronautas, cujas vozes estão registradas, jubilam de alegria e exclamam, entre outras coisas:  “Estamos em 22 de maio de 1962, estamos em Marte  -  temos ar para respirar!

Comentário  do  autor:

Abstive-me até agora de emitir minhas próprias hipóteses, queria, entretanto, comunicar algo agora ao leitor.  Ouço muitos leitores que dizem:  “Bobagem tudo isso, sabemos que a vida em Marte é impossível”.

A questão que vos coloco é: sabeis isso verdadeiramente? Sejamos pois honestos; a única coisa que podemos saber do planeta Marte é o que colhemos aqui e ali nos relatórios da  NASA  e nos livros escolares usuais.  É dito ao público que não existe vida em Marte, mas o que  sabemos nós?  Estejamos conscientes que nós estamos novamente lidando com monopólios, quando se trata de programas espaciais e que ninguém, exceto os cientistas que participam diretamente do projeto, está  verdadeiramente  a par.

Sejam quais forem as informações que eles possam dar-nos, é preciso acreditarmos, pois não podemos ir a Marte para verificar com os próprios olhos.  Partamos do princípio que Marte seja verdadeiramente um planeta  “morto”, então tudo seria como de hábito; seríamos obrigados a permanecer na terra, sem esperança de poder viver uma aventura em outro lugar.  Mas, suponhamos que existe uma forma de vida qualquer em Marte  -  talvez dentro de cúpulas de vidro com ar filtrado  -  acreditais que nos fariam essa confidência tão facilmente?

Que tenha havido, em alguma época, uma vida dotada de inteligência em Marte, as fotos tomadas pela  Viking I em 31 de julho de 1976 o provam:  tomadas de uma altura de 1.278 milhas acima do hemisfério Norte, elas mostram a fisionomia marciana bem conhecida hoje em dia (1,5 km de comprimento), ao lado esquerdo da qual se encontram as formas simétricas de muitas pirâmides.  Somente a presença dessas construções já é uma coisa revolucionária para abalar em seus fundamentos todas as religiões do mundo que pretendem ser as tais.  Essas construções dão a entender que a humanidade terrestre não é a única, que ela está longe de ser a  “obra-prima da criação”.
  
A presença dessas pirâmides permite que se tome em consideração duas teses que aniquilam todas as histórias contadas até hoje sobre o passado do ser humano.  Os construtores dessas pirâmides foram, talvez, nossos ancestrais humanos.  Mas se esse for o caso, como vieram eles de Marte para a terra?  Eles devem ter tido naves espaciais, dispunham portanto de uma técnica muito avançada, o que nega, como sabemos, nossa religião ocidental e nossa ciência.  É possível  que os construtores dessas pirâmides não sejam aparentados com os habitantes terrestres, o que significa que eles trazem um testemunho de uma forma de vida extraterrestre, o que é refutado também pela nossa religião e pela nossa ciência.  É possível que esses construtores não tenham desaparecido, mas que tenham simplesmente descido um estágio.

Mas se eles realmente colonizaram a terra numa época qualquer, podemos supor que eles formem hoje uma das raças principais da terra, talvez se trate da raça vermelha como seu nome já o diz.

Temos a escolha entre as diversas raças que afirmam seu passado conter tal acontecimento.  Mesmo os movimentos dos canais de Marte, inexplicáveis até hoje pelos astrônomos, fazem pender para a tese de que Marte não é um planeta completamente morto.

Se o planeta Marte é completamente morto como o pretendem alguns cientistas e se não existe outra vida no Universo a não ser na terra, se nós, seres humanos da terra, podemos viajar sem o menor embaraço, pelo menos no nosso sistema solar, a seguinte pergunta se impõe:

O que aconteceu com a sonda  Phobos II, que aterrissou em 1989 em  Phobos?  Antes que a sonda pudesse pousar um módulo de aterrissagem sobre a pequena lua de Marte  Phobos, o contato de rádio silenciou-se para sempre por motivos ainda desconhecidos.  Aconteceu o mesmo com a sonda americana  Observer: desapareceu em 24 de agosto de 1993.  Ela tinha como missão, entre outras, tirar fotos da fisionomia marciana e das pirâmides.  Espantoso, não é mesmo? 

(No vídeo americano  Hoaglands  Mars, encontrareis fatos retumbantes: os endereços estão no apêndice.)   O melhor é terdes vossa própria opinião a respeito de Marte.

As cidades subterrâneas projetadas na Alternativa 2 existem com certeza.  Podemos fazer a seguinte pergunta:  se foi realizada a Alternativa 2, por que não teriam realizado a Alternativa 3?  (A história completa da Alternativa 3 está descrita no livro de Leslie Watkins:  Alternativa 3 (ver bibliografia).  Ela descreve aí as condições existentes em Marte e em sua atmosfera.  Nesse livro podemos ver como nos ocultaram as informações.  Descobrimos também as construções das bases , as medidas tomadas para se proteger e se camuflar, a organização prevista para o staff, os meios de transporte, a lavagem cerebral do staff  e as dificuldades encontradas.  No apêndice está também um endereço onde se pode encontrar o filme.).

Assim, podeis perceber que o assunto dos “OVNIs” tem às vezes um significado muito mais terrestre e realista que se possa crer.  Compreendereis agora, espero, por que enormes somas de dinheiro são gastas;  é preciso fazer calar os pesquisadores que encontram o segredo da construção de engenhos voadores funcionando graças a um carburante que não pode ser monopolizado nem taxado por um conglomerado qualquer em nossa terra.

Existem, entretanto, indivíduos que construíram discos voadores e deles se servem, o que está, evidentemente, longe de ser do agrado das multinacionais.  É preciso saber que não se pode comprar todos os cientistas e todos os inventores.  Alguns compreenderam que antes de patentear uma invenção, é muito melhor colocá-la em produção.

Caso contrário, eles teriam logo alguém à sua porta, seja para comprar sua patente e fazê-la desaparecer para sempre, ou para ameaçá-los, pois a  “elite” não deseja que essas invenções apareçam.  Se o leitor interessar-se mais de perto por esses engenhos voadores ou pelas máquinas de  “energia livre”, deve escrever para o endereço do editor, que lhe fornecerá os registros necessários para obter os contatos.   

Fontes do autor
William Bramley:  Die Götter von Eden,  p. 451-454.
Nikola Tesla:  Freie Energie statt Blut und Öl.  vap-Verlag.
Moira Timms:  Zeiger der Apokalypse, p. 61.  Hugendubel Verlag,  München 1981,
ISBN  3 - 88034 - 074 - 9.  Título da primeira edição inglesa:  The Six o' clock Bus.
Leslie Watkins:  Alternative 3, com David Ambrose & Christopher M. Avon Books.
A documentação vídeo Alternative 3 está disponível em:  European CIFO Archive,
P. O. Box 129,  NL-8600 ac Sneek, fone 31 - 5150 - 21 473.

Via http://imensidaodossentidos.blogspot.com.br/2013/03/como-conduzir-uma-guerra-biologica-e.html

Um comentário:

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